Card 1 de 1 · Verificação se um trajeto proposto
Considere uma malha simplificada de rodovias federais no interior de um estado, formada pelos pontos J (junção de duas rodovias), M, N, O e P (uma cidade de destino), com as seguintes distâncias entre pontos diretamente conectados: J a M, 80 km; M a N, 60 km; N a P, 50 km; J a O, 70 km; e O a N, 40 km. Julgue o item: partindo do ponto J, utilizando apenas esses trechos de rodovia, o trajeto mais curto até a cidade P é o que passa pelos pontos J-M-N-P.
Item ERRADO — o trajeto J-M-N-P soma 190 km (80+60+50), enquanto o trajeto alternativo J-O-N-P soma apenas 160 km (70+40+50), sendo este último o mais curto, e não o mencionado no item.
Somando as distâncias do trajeto proposto: J-M (80km) + M-N (60km) + N-P (50km) = 190 km. Já o trajeto alternativo J-O-N-P soma: J-O (70km) + O-N (40km) + N-P (50km) = 160 km, que é 30 km mais curto que o trajeto do item, mostrando que a afirmação de que J-M-N-P seria o trajeto mais curto está incorreta.
Fundamentação teórica
Raciocínio lógico — teoria dos grafos aplicada a problemas de caminho mínimo (shortest path) em redes rodoviárias.
Base científica
Em uma rede com múltiplos caminhos entre dois pontos, o caminho mínimo só pode ser determinado somando e comparando EXAUSTIVAMENTE as distâncias de cada rota alternativa disponível.
Técnica de memorização
Sempre calcule TODAS as rotas possíveis e some as distâncias — nunca aceite uma rota como "a mais curta" apenas por parecer direta ou por ser a primeira mencionada.
Exemplo prático
É a mesma lógica de um aplicativo de GPS que compara múltiplas rotas possíveis (com pedágio, sem pedágio, por avenidas) antes de indicar qual é efetivamente a mais curta ou rápida.
Erros comuns
Aceitar a primeira rota apresentada no enunciado como a mais curta sem calcular e comparar com as rotas alternativas disponíveis na malha viária.
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