Card 1 de 1 · Experiência coletiva x particular do narrador
O desenvolvimento do tema é atravessado pela experiência tanto coletiva quanto particular do autor. Essa característica, no texto de João do Rio, é irrefutável em:
Alternativa E — "Assim o Automóvel acabou com aquela modesta felicidade nossa de bater palmas aos trechos de floresta" evidencia claramente a experiência pessoal/subjetiva do narrador em meio à narrativa coletiva sobre a chegada do automóvel.
A expressão "aquela modesta felicidade NOSSA" traz uma marca linguística de subjetividade e memória pessoal/coletiva compartilhada (o pronome possessivo "nossa" indica vivência própria do narrador e de seu grupo social), evidenciando de forma mais direta a fusão entre a experiência coletiva do fenômeno histórico e a vivência particular subjetiva do autor, conforme pede o enunciado — diferente das demais passagens, mais descritivas ou genéricas.
Fundamentação teórica
Análise Literária — Marcas de Subjetividade em Textos Narrativos/Crônicas.
Base científica
Teoria literária — narrador e experiência subjetiva no discurso.
Técnica de memorização
Palavras como "nossa", "minha", "nos" são pistas linguísticas diretas de subjetividade pessoal do narrador — procure esses marcadores no texto.
Exemplo prático
A expressão "aquela modesta felicidade nossa" funciona como assinatura pessoal do cronista, evidenciando sua vivência íntima do fenômeno narrado.
Erros comuns
Escolher passagens puramente descritivas do fenômeno histórico (o automóvel chegando), sem a marca pessoal explícita de subjetividade do narrador.
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