Card 1 de 1 · Concordância nominal e classificação sintática
Tendo em vista o enunciado "Estava tão concentrado no seu dever, tão alerta na sua posição, que fiquei imaginando se, ou quando, ele poderia levar um tiro de algum bandido.", analise: I. No plural, ALERTA também iria para o plural. II. CONCENTRADO concorda com ELE elíptico. III. QUE introduz oração subordinada substantiva objetiva direta. Estão corretas:
Alternativa D (I e II) — as afirmativas I e II estão corretas; a III está incorreta, pois o "que" introduz oração subordinada adverbial consecutiva, não substantiva objetiva direta.
A palavra "alerta", quando usada como adjetivo, pode variar em número conforme a norma culta (embora seja frequentemente tratada como invariável em certos contextos, a concordância no plural é aceita em construções adjetivas, tornando a afirmativa I aceitável no contexto da questão); "concentrado" concorda com o sujeito elíptico "ele", conforme a afirmativa II. Já a afirmativa III está incorreta: a estrutura "tão... que" caracteriza uma oração subordinada adverbial consecutiva (indicando consequência), e não uma oração substantiva objetiva direta.
Fundamentação teórica
Gramática Normativa — Concordância Nominal e Orações Subordinadas Adverbiais Consecutivas.
Base científica
Linguística — sintaxe do período composto por subordinação.
Técnica de memorização
"Tão... QUE" = sempre oração CONSECUTIVA (consequência), nunca substantiva — decore esse padrão fixo da língua portuguesa.
Exemplo prático
Em "Ele é tão inteligente que resolve tudo rápido", o "que" introduz uma oração subordinada adverbial consecutiva, mostrando a consequência da inteligência.
Erros comuns
Classificar orações introduzidas por "tão... que" como substantivas, quando a estrutura fixa da língua as caracteriza como consecutivas (adverbiais).
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