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A atual epidemia de dengue assustou pelo ineditismo: afinal, áreas densamente urbanizadas, como a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, não costumam conviver com doenças tropicais, típicas de grandes florestas.
Item ERRADO — a dengue é doença urbana transmitida pelo Aedes aegypti, adaptado a ambientes urbanos, e já era recorrente no Rio de Janeiro antes de 2002 (como em 1991), contrariando a ideia de "ineditismo".
O texto menciona explicitamente um recorde anterior de mortes por dengue em 1991, o que contraria a tese de que a epidemia seria inédita; além disso, a dengue é uma doença tipicamente urbana, associada ao mosquito Aedes aegypti, e não uma doença "típica de grandes florestas" como afirma o item.
Fundamentação teórica
Epidemiologia básica — Aedes aegypti como vetor urbano da dengue.
Base científica
Adaptação do mosquito transmissor a ambientes urbanos com água parada, não a ecossistemas florestais.
Técnica de memorização
Dengue é doença de cidade (lixo, pneus, vasos com água parada), não de floresta.
Exemplo prático
O Aedes aegypti prolifera em caixas d'água, pneus e vasos de plantas em áreas urbanas, não em matas fechadas.
Erros comuns
Confundir doenças tropicais transmitidas por vetores urbanos (como a dengue) com doenças típicas de ambientes silvestres.
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